quarta-feira, 26 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Em busca de boa aparência?
Em busca de boa aparência?
Acupuntura estética pode ser aliada na conquista da beleza saudável
por Gustavo Lunz
O trabalho e a orientação do acupunturista visa o florescimento da beleza através da construção de uma saúde equilibrada e a manutenção de uma boa capacidade de adaptação. Além disso, com uma maior consciência das práticas que combatem suas deficiências naturais, cada mulher vai adquirindo mais conhecimento acerca de si e o que deve fazer para levar uma vida mais feliz e confiante. É nesse equilíbrio que a verdadeira beleza se mostra.
SOBRE O AUTOR Acupunturista e shiatsuterapeuta pela Academia Brasileira de Artes e Ciências Orientais. Graduando em Fisioterapia, atua em programas empresariais de qualidade de vida.
Sua voz, uma ponte para a harmonia
Sua voz, uma ponte para a harmonia
Entenda como a voz pode demonstrar seu humor, maturidade e equilíbriopor Nydia Monteiro
Voz é energia. São as vibrações de alguém que atingem o outro e provocam uma resposta, seja positiva, neutra ou negativa. Pode-se conhecer o universo de uma pessoa pela sua voz. Faço a diferenciação aqui de fala, que é o som articulado e demonstra o exercício intelectual que fazemos para atingir uma comunicação. A voz demonstra exatamente as emoções embutidas nas palavras. Através dela demonstramos o nosso bem-estar, disposição, humor, educação, tranquilidade ou nervosismo, maturidade, caráter, desejos, verdade e evolução. Ou seja, nosso equilíbrio biopsicosocioespiritual.
Uma boa voz conserva seu tom natural (timbre), intensidade adequada ao ambiente (volume compatível), andamento (velocidade) apropriado ao ouvinte, variações de inflexões, ritmo, acentuações, pausas. E objetivando, sempre, impactar o outro, para isso necessitando a escuta, a observação, a adequação imediata para a melhoria da interação. Para se ter uma voz que desperte a vontade nos outros de ouvi-la, é necessário desenvolver a capacidade de ouvir outras vozes, observá-las e respeitá-las. É vital também a auto-escuta, ou seja, ouvir-se, mergulhar nas vibrações de sua voz e o que ela pode transmitir.
Exemplos
Vozes fracas ou roucas Indicam geralmente uma pessoa doente ou com alteração emocional (medo, depressão, timidez, insegurança). Ou falta de vontade de interagir com o outro.Vozes fortes ou claras ou vibrantes Indicam pessoas saudáveis, alegres, bem humoradas, disponíveis à interação e evolução.
Vozes suaves, agradáveis ? Indicam pessoas tranqüilas, equilibradas, pacientes, educadas e saudáveis.
Vozes ríspidas, autoritárias Indicam pessoas que lideram, são corajosas e gostam de decidir situações. Nem sempre agradáveis.
A voz que é mais usualmente empregada em nosso dia-a-dia demonstra nossa personalidade. Mas podemos e devemos adequá-la conforme a situação vivenciada. Para isso, o exercício para o autoconhecimento é muito importante.
Dicas
- Ler, em voz alta, textos com conteúdos variados. Empregar diferentes andamentos, acentuações, intensidades. Ou seja, interpretar de formas diferentes.
- Cantar em ambientes diferentes de sua casa, testando espaços físicos diferentes. Utilize volumes diversos, desde o mais baixo ao mais alto. Experimente crescer e decrescer o volume.
- Conversar olhando mais seu ouvinte, percebendo o ritmo atual do mesmo e adequando o seu ritmo ao dele. Caso ele esteja desanimado, experimente utilizar sua voz para animá-lo. Acelerando-a, acentuando-a e causando alteração benéfica. Se, ao contrário, estiver agitado, aja inversamente.
- O sorriso costuma suavizar uma voz e torná-la agradável.
- Gravar sua voz e se ouvir é muito bom para sua própria análise.
- Ouvir e analisar as vozes de outras pessoas em relação ao impacto que lhe causam é uma boa forma de se ter referências. Positivas ou negativas.
SOBRE O AUTOR Educadora Musical e musicoterapeuta.Pós-graduada em musicoterapia, atende em Teresina e é presidente da Associação de Musicoterapia do Piauí (AMT-PI).
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Papel da mãe - e do pai também
Papel da mãe - e do pai também
Motivar o desenvolvimento do filho deve ser uma tarefa compartilhada
por Cybele Meyer
O sentimento da maternidade é único. Assim que a mãe vê o rostinho de seu filho, ela já não se sente mais a mesma. Deste momento em diante ela passa a se preocupar muito mais com o filho do que com ela própria. Hoje, este sentimento também envolve o pai que tem participação ativa durante toda a gravidez, e que no momento em que nasce o filho (normalmente ele está na sala de parto), também já não se sente mais o mesmo.Os dois, pai e mãe, passam a ter expectativas quanto a formação e educação do seu filho e percebem que são peças fundamentais nesta trajetória, afinal o filho aprende pelo exemplo e eles serão o espelho.
Diante de toda a influência e estímulos que a criança recebe desde o seu nascimento a preocupação maior dos pais é ensinar o filho a desenvolver-se com liberdade e responsabilidade.
Como poderá o filho saber usar esta liberdade com responsabilidade?
A resposta é muito simples: aprendendo a pensar. Sim, o filho(a) que aprende a pensar e a formar opinião é um forte candidato a saber usar a liberdade que lhe é dada com responsabilidade. O filho que aprende a pensar se torna criativo, responsável, autônomo, solidário, produtivo e tantos outros quesitos que farão dele um cidadão construtorEnsinar a pensar é função dos pais e com ela vem a motivação para que os filhos aprendam a pensar com a própria cabeça, ou seja, que sejam capazes de ter iniciativa e tentarem resolver seus impasses com ações próprias. Usar o poder de decisão é uma habilidade que exigirá competência.
A criança é curiosa por natureza e esta curiosidade deve ser estimulada com a formação de ambiente propício para a elaboração de perguntas e reflexões que servirão de respaldo para formar opinião. Os primeiros anos de vida são decisivos para que a criança adquira segurança em si própria e construa sua identidade refletindo numa excelente auto-estima. Quando isto ocorre as bases de sustentação para que a criança tenha uma imagem positiva de si mesma, está cimentada.
Todas estas ações devem ser realizadas com muita cautela para que não se corra o risco de exagerar nos rótulos, nem para o positivo nem para o negativo. Ressaltar o acerto, bem como o erro, é ação fundamental para a boa formação e desenvolvimento da criança, e os elogios devem fazer parte das ações, porém sem exageros. A criança precisa se sentir segura tendo certeza de que á amada por ser quem ela é, e não porque vai bem na escola ou porque faz artes incríveis. Quando a criança se sente aceita, se sente também segura para idealizar e cumprir metas.
Construção do caráter
Outro fator importantíssimo na formação da criança é a construção do seu caráter. Os bons hábitos e as boas maneiras ajudam nesta construção e serão decisivos no desenvolvimento das suas competências e habilidades.Portanto, cabe aos pais dar acolhimento e se fazer presente na vida do filho deixando bem claro que este poderá contar com a segurança do seu lar e com o suporte seguro para suas dores, frustrações, ansiedades, conquistas, êxitos e fracassos. Afinal, esta maravilhosa experiência de aprendizagem pertence a toda a família.
SOBRE O AUTOR
Quanto você se parece com sua mãe?
Quanto você se parece com sua mãe?
Aprenda uma técnica para reduzir problemas de relacionamento
por Regina Restelli
Enquanto vamos crescendo, nos agarramos a algumas conclusões em relação aos acontecimentos de nossas vidas. Quando uma mãe, por exemplo, reclama insistentemente e fala ao filho "Acho que só abrindo sua cabeça para você entender!", não significa que ela vai realmente abrir a cabeça da criança, mas muitas, podem registrar em seus inconscientes o perigo que é expor suas vontades - e assim criar um limitador de comportamento. Este padrão de medo pode se repetir em vários momentos na vida adulta.
O que vivenciamos quando crianças vai sendo gravado em nosso inconsciente e formando as nossas verdades absolutas."O que vivenciamos quando crianças vai sendo gravado em nosso inconsciente e formando as nossas verdades absolutas." Nossas porque não tem nada a ver com nossas mães, pais ou professoras como costumamos dizer, mas sim com as conclusões das nossas fantasias mentais em relação ao que vemos, ouvimos e experimentamos.
Causa e efeito das escolhas
Quantas vezes escutamos: "Não faça isso, não é bom para você"? Muitos escolherão viver o supostamente errado e outros aceitarão a orientação. Vai depender só da própria escolha. Quantos irmãos foram criados pelos mesmos pais, estudaram nas mesmas escolas e são muitas vezes muito diferentes?Podemos optar em fazer a rebelião e não repetir o comportamento de nossos educadores, mas geralmente aceitamos o que nos é oferecido. Cada mente reage, aceita e cria o que quer, do jeito que quer. As mães fazem o que podem e os filhos idem.
Já esta na hora de assumirmos que criamos conclusões e programações internas. No decorrer da vida usamos como regra o padrão e definimos o que necessitamos para sermos felizes. Na maior parte das vezes, de uma forma bem inconsciente. Não somos vitimas de ninguém, somos causa e efeito de nossas escolhas. Esse tipo de pensamento nos fortalece, pois concluímos que ainda temos o livre arbítrio de escolher o que viver.
Com esta conclusão, gostaria de ressaltar que quando vemos nossas situações de vida como algo de nossa responsabilidade, chegamos mais perto das soluções e da felicidade. Chega de colocar a culpa no outro! Não perca mais tempo acusando ninguém.
Amor e perdão
Já pensou estar vendo o seu próprio reflexo no espelho, quando está com a sua mãe? Se reconhecer nas ações dessa mulher que lhe colocou no mundo, pode se tornar, em primeiro lugar, um grande instrumento de autoconhecimento. Em segundo, de autocura através do amor. E em terceiro de transformação da ralação com ela.Existe uma técnica que pode ajudar muito. Amar a si mesmo. Só isso. Se reconhecer, se perdoar e se aceitar no fundo de seu coração. Parece bem simples e por esta razão tão complexo num primeiro momento. O resultado é que, se amar é a melhor forma de melhorar a si mesmo. E enquanto você se melhora, melhora seu mundo.
Tudo que lhe irrita está em você, não na sua mãe. Sei que é difícil escutar isso. Mas não rejeite, experimente ver desta forma. Reconheça em você o aspecto da sua mãe que lhe irrita, como prepotência, falta de limite, arrogância, manipulação, medo e muitos outros. Assim feito, se perdoe por ter e agir com esta característica e se aceite completamente. Você não é diferente de ninguém, é simplesmente mais um humano único. Todos temos nossas fragilidades e é só assumindo a totalidade de nossa personalidade que podemos agir com mais consciência em nosso futuro.
Repita mentalmente:"Sinto muito. Te amo." Muitas e muitas vezes, com humildade, até sentir que realmente se perdoou, aceitou e começou a se amar. Faça isso quantas vezes quiser ou achar necessário.
Você só reconhece este comportamento no outro porque ele está em você, de outra forma ele não existiria na sua vida. Se houver o reconhecimento e a aceitação com amor, tudo se desfará, transformará, transmutará. Você cria consciência, muda seu padrão de comportamento e sua mãe começa a agir de forma diferente. Isso serve para as mães fazerem com seus filhos também.
Não existe fora. Toda hora que desejar melhorar algo em sua vida, lembre-se que só existe um lugar onde procurar ajuda ? dentro de você. E quando olhar, faça isso com muito amor.
SOBRE O AUTORhttp://www.personare.com.br/dbImages/2010/03/672_L.jpgTerapeuta Energética. Combina técnicas e dinâmicas energéticas com base na Radiestesia e na Radiônica. Mantém no Rio de Janeiro o Sanat Kumara Centro de Terapias Energéticas.
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